domingo, 27 de fevereiro de 2011

A Participação dos Pais na Escola Influencia Uma Melhor Aprendizagem



Este texto tem a intenção de enfocar a importância dos pais na escola, analisando a importância do trabalho conjunto família-escola no processo ensino-aprendizagem.
Mas quais são as várias causas dos problemas de aprendizagem da criança?
O desenvolvimento infantil é um processo global. É evidente que as dificuldades de aprendizagem estão relacionadas tanto às características próprias da criança, quanto às atitudes inadequadas da família e da escola que afetam a criança enquanto pessoa em desenvolvimento.
“A criança que desde cedo, tem contato com outra, é sabidamente mais sociável, menos egocêntrica e mais tolerante. Viver em grupo é altamente positivo.
Toda criança começa a aprender a partir do nascimento e, desde então, vai construindo a sua modalidade de aprendizagem no convívio familiar, com decorrência de alguns fatores, como as trocas emocionais, a aprendizagem social, a observação e a imitação são processos importantes que se efetivam nesse contato.
Naturalmente que, depois da família, é na escola que as crianças permanecem mais tempo, e as expectativas em relação ao seu desempenho escolar aumentam, assumindo maior importância na vida em família.
Mas não compete apenas à escola a função de educar, mas também à família em primeiro lugar. E se hoje se tem a sobrecarga da vida moderna, é sumamente importante lembrar que o que vale não é o tempo que se passa junto com os filhos, mas a maneira como estabelecem as relações com eles.
Isso é o que importa, pois se os filhos sabem que podem contar com os a pais quando necessitarem, se os pais têm uma parte do seu tempo diário e de lazer reservado para dar atenção e conversar com os filhos, se os limites são estabelecidos com flexibilidade e justiça, sem culpas ou necessidades compensatórias, pode-se esperar, então, menor probabilidade de problemas.
Considerar-se-á que o principal agente de formação da criança é a família. Porém que a crise que a família vem enfrentando por todas essas transformações que teve, alteraram profundamente a qualidade de vida da criança.
A desestrutura familiar permeia a nossa sociedade o que influencia diretamente na formação primeira da criança, pais separados têm uma grande influência no desenvolvimento psicológico, emocional e afetivo das nossas crianças.
Uma boa comunicação entre pais e filhos exige em primeiro lugar, traduzir o amor, respeito, confiança, atenção e atender as suas necessidades básicas. Com essa participação dos pais no processo de ensino-aprendizagem, ela ganha mais confiança, vendo que todos se interessam por ela, e também porque você passa a conhecer quais são as dificuldades e quais os conhecimentos que ela tem.
Comunicar-se com os filhos é dar apoio, conhecer as suas dificuldades, verificar pelo que eles estão passando, estimulando suas potencialidades, dando liberdades e incentivo, e respeitando os sentimentos da criança.
A família que propicia curiosidade em seus filhos, desde pequeno, valorizando suas atitudes e criando situações para que eles estabeleçam relações e desenvolvam o pensamento científico, em sua rotina, é uma família que sempre valoriza e respeita as atividades relacionadas á vida escolar de seus filhos.
Um dos problemas que afeta as crianças no desempenho escolar é a falta dos pais no processo de aprendizagem, e não pela situação financeira, mas sim, o desinteresse, a falta de tempo por causa do trabalho, a falta de apoio, de carinho e amor, causam fracasso no processo educativo de seu filho, até mesmo desanima o aluno; áreas que precisam ser trabalhadas junto ao aluno e a família, o que impede o bom desempenho das funções da escola.
O que tem acontecido com as famílias na sociedade global?
Os pais precisam ter certeza de que educar é importante. Acreditar que colocar limites, apresentar valores, despertar desejos nos filhos é iniciar o processo de compreensão do mundo e convivência com o outro.


Júlia Aparecida Séccolo é pedagoga com Pós-Graduação Lato Senso – Gestão Educacional, formada em Programação Neurolinguistica e é formada internacionalmente em Coaching, atuando em Treinamentos, Palestras e Workshops.

 

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

LIBERDADE: UMA CONQUISTA DA EDUCAÇÃO


A sonhada liberdade humana qualifica-se como uma conquista e não uma doação. É uma atitude que exige uma busca permanente. Busca permanente que só existe no ato responsável de quem a faz. Se a liberdade vem do próprio homem, e a educação é o caminho para alcançá-la, então ninguém tem liberdade para ser livre. Pelo contrário, devemos acreditar e buscar na conscientização o valor supremo de nossa existência. Porém, só atinge este grau de amadurecimento, quem possui uma consciência justa de cada ser humano. E para isso, mais uma vez, precisamos de uma educação que nos abra o caminho e nos mostre novos horizontes. Afirmamos que a educação é co-participante e co-responsável pelos rumos tomados pela humanidade. Ela é quem age sobre o homem fazendo com que o mesmo reflita sobre si e sobre seu papel cultural, enfim, sobre o meio em que vive. A educação pode ser definida como o processo em que o homem chega a ser homem. A finalidade da educação é desenvolver, em cada indivíduo, toda a perfeição de que ele seja capaz. Isso significa, deixar transparecer todo vigor enquanto ser perfeito que é. É evidente a grande e importante participação da educação no campo formativo do homem. Quando falamos em formação do homem, entendemo-na principalmente no sentido de restabelecer seus valores, fazendo com que o mesmo possa conscientizar-se de que a liberdade é uma questão de essência, e não é domínio de alguns apenas. Todo homem em sua essência é um ser livre. Assim, a educação deve servir de instrumento para o homem ser capaz de agir sobre o mundo e ao mesmo tempo ter clareza da ação exercida, para que tendo sido influenciado em sua natureza, não venha sofrer ele mesmo, qualquer conseqüência ou prejuízo. A educação e a liberdade são inseparáveis. Por um lado, porque a liberdade não é nenhuma coisa que é dada, mas uma conquista do homem ao longo de seu amadurecimento, de modo que ele vai descobrindo a liberdade como pertencente a seu ser. Por outro lado, a educação só é importante quando está voltada para liberdade do ser humano. Caso contrário, está não poderia ser considerada como educação, visto que sua prática seria de adestramento ou doutrinação. Deste modo, não deveria ser classificada como educação, ou como processo formativo do homem. Afinal, educar não é dirigir alguém para um determinado ponto, mas dar condições para que este alguém encontre e faça seu próprio caminho. Educar para a liberdade consiste em que cada um tenha a possibilidade de ver em cada homem não sua limitação, mas a realização da sua liberdade. A educação não pode ser separada da vida, nem é preparação para a vida, mas é a vida mesma. Assim, educar não é dirigir alguém para um determinado ponto que se escolheu, mas dar condições para que o outro se encontre e trilhe seu caminho. Aqui habita a grandeza da educação. Se o homem é realmente livre, nada deve impedi-lo de errar, assim como não podemos dar um limite final para a educação. O seu fim se dará no processo em que o homem chega a ser homem. Isto é, desenvolvendo em cada indivíduo aquilo que ele já é em potencial. A liberdade é necessária, gratuita e inocente. Necessária porque podemos escolher tudo, salvo o não escolher. Com efeito: "somos condenados a ser livres". Gratuita, porque não se dirige a valores preexistentes, mas cria os valores escolhendo-os. E finalmente, inocente, pois é escolhida livremente. Aqui está afixado o espírito da educação, o educar é seu dever e a liberdade é sua meta e objetivo.

Fonte: http://pt.shvoong.com/humanities/1632430-liberdade-uma-conquista-da-educa%C3%A7%C3%A3o/

A ESCOLA


"Escola é...
o lugar onde se faz amigos
não se trata só de prédios, salas, quadros,
programas, horários, conceitos...
Escola é, sobretudo, gente,
gente que trabalha, que estuda,
que se alegra, se conhece, se estima.
O diretor é gente,
O coordenador é gente, o professor é gente,
o aluno é gente, cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhor
na medida em que cada um
se comporte como colega, amigo, irmão.
Nada de ‘ilha cercada de gente por todos os lados’.
Nada de conviver com as pessoas e depois descobrir
que não tem amizade a ninguém
nada de ser como o tijolo que forma a parede,
indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar,
é também criar laços de amizade,
é criar ambiente de camaradagem,
é conviver, é se ‘amarrar nela’!
Ora, é lógico...
numa escola assim vai ser fácil
estudar, trabalhar, crescer,
fazer amigos, educar-se,
ser feliz."


Paulo Freire

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Ler no meio do caos



Por  José Manuel Moran

Especialista em projetos de mudança na educação presencial e a distância
Diretor de Educação a Distância da Universidade Anhanguera-Uniderp

Num mundo tão complexo, é necessário aprender a ler de muitas formas, de perspectivas diferentes, para poder entender o que se passa sob a superfície movediça dos múltiplos e incessantes acontecimentos.

É fascinante encontrar sentido no aparente caos, captar a dinâmica dos movimentos, o que é permanente por trás da mutação. Esse é um dos desafios de hoje: conseguir acompanhar as múltiplas interfaces da informação e mergulhar nas suas entrelinhas, nas profundezas dos significados ocultos e escorregadios.

Ler depende, além do domínio técnico, de ter uma atitude curiosa diante da vida, do mundo, das pessoas. A curiosidade nos motiva a ler, a conhecer, a pesquisar. Ler é um prazer quando queremos saber mais, investigar mais, descobrir ângulos diferentes, indo além do óbvio.

Quanto mais informação disponível, mais complexo se torna o ato de ler. Primeiro, porque precisamos escolher o tempo todo, eliminando a maior parte do que se apresenta à nossa frente. Sempre estaremos acometidos pela dúvida da validade das escolhas feitas: Por que não ler outros textos, outras páginas? Quantas informações relevantes estamos excluindo quando teclamos novos clicks?

Após essa triagem constante, continua a dúvida: o que ler rapidamente, só para um acompanhamento rápido e o que ler com calma, com tempo, com cuidado? Em geral, pela premência do tempo, o que consideramos importante o salvamos, para lê-lo depois com mais atenção. E quando conseguimos retomar de verdade a leitura do que salvamos, se há tantos novos estímulos e materiais que se sobrepõem aos que estávamos mapeando?

Em geral hoje lemos muitas mais coisas, ouvimos e vemos muitas histórias diferentes. É um redemoinho informativo incessante. Mas... aprendemos muito, conhecemos de verdade, compreendemos profundamente o que lemos?

O ritmo frenético de atividades, de exigência de respostas para tudo, de quebra de atenção por chamadas, mensagens, vídeos, solicitações múltiplas dificulta sobremaneira a necessária concentração para a compreensão profunda. Conhecemos muitas coisas, só que mais superficialmente. Como tudo está ao alcance de um click parece que é fácil conhecer. É fácil mapear a informação; difícil é conhecer, compreender os seus múltiplos significados.

Hoje aprendemos juntos, conectados, através de redes sociais. O intercâmbio é fascinante. Esse fluir contínuo da informação do Twitter ou Facebook é inebriante, porque nos coloca em contato instantâneo com múltiplos mundos, perspectivas, assuntos, pessoas. O perigo está na empolgação da fascinação do ritmo alucinante das mensagens e da falta de concentração e tempo para aprofundar as que são mais significativas. Boa parte do fluir informativo é redundante e banal; não vale a pena dedicar-lhe tanto tempo. Há muito narcisismo, deslumbramento, exibicionismo nas redes sociais, junto com contribuições relevantes, que são pérolas pontuais no meio de um deserto de areia movediça.

No meio dessa voragem informacional é importante manter algumas referências básicas, alguns textos e autores fundamentais e voltar a eles com freqüência. É importante quebrar o ritmo do caleidoscópio informativo para meditar, pensar, analisar, perceber, decantar, concluir. Sem esses tempos de quebra de ritmo, corremos o risco de sermos levados pelas sucessivas ondas, sem saber surfá-las.

Quanta mais informação, mais difícil e complexo se torna o ato de ler e mais necessário se faz aprender a ler de muitas formas, integrando múltiplas linguagens e mídias, de forma muito mais rica e profunda.
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Texto inspirado no meu livro A educação que desejamos: novos desafios e como chegar lá. 4ª ed., Campinas: Papirus, 2009.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

A Educação Possível


Educação é algo bem mais amplo do que escola. Começa em casa, onde precisam ser dadas as primeiras informações sobre o mundo. Continua na vida pública, nem sempre um espetáculo muito edificante na qual vemos políticos concedendo-se aumentos em cima de seus já polpudos salários, enquanto professores recebem salários escrachadamente humilhantes, e artistas fazendo propaganda de bebida num momento em que médicos, pais e responsáveis lutam com a dependência química de milhares de jovens. Que é público mesmo que não queira, é modelo: artistas, líderes, autoridades. Não precisa ser hipócrita nem santarrão, mas precisa ter consciência de que seus atos repercutem, e muito. Estamos tristemente carentes de bons modelos: milhares buscam alguém que lhes possa transmitir a esperança de que retidão, dignidade, incorruptibilidade, ainda existem.
Mas vamos à educação nas escolas: o que é educar? Como deveria ser uma boa escola? Como se forma e se mantêm um professor eficiente, como se preparam crianças e adolescentes para este mundo competitivo onde todos têm direito de construir sua vida e desenvolver sua personalidade?
É bem mais simples do que todas as teorias confusas e projetos inúteis que se nos apresentam. Não sou contra colocarem um computador em cada sala de aula neste reino das utopias, desde que, muito mais e acima disso, saibamos ensinar aos alunos o mais elementar, que independe de computadores: nasce dos professores, seus métodos, sua autoridade, sem entusiasmo e seus objetivos claros. A educação benevolente e frouxa que hoje predomina nas casas e escolas prejudica mais do que uma sala de aula com teto e chão furados e livros aos frangalhos. Estudar não é brincar, é trabalho. Para brincar temos o pátio e o bar da escola, a casa.
Sair do Ensino Fundamental tendo alguma consciência de si, dos outros, da comunidade onde se vive, conseguindo contar, ler escrever e falar bem (não dá para esquecer isso, gente!) e com naturalidade, para se informar e expor seu pensamento, é um objetivo fantástico. As outras matérias, incluindo as artísticas, só terão valor se o aluno souber raciocinar, avaliar, escolher e se comunicar dentro dos limites de sua idade.
No segundo grau, que encaminha para a universidade ou para algum curso técnico superior, o leque de conhecimento deve aumentar. Mas não adianta saber história ou geografia americana, africana ou chinesa sem conhecer bem a nossa, nem falar vários idiomas se nem sequer dominamos o nosso. Quer dizer, não conseguimos nem nos colocar como indivíduos em nosso grupo nem saber o que acontece, nem argumentar, aceitar ou recusar em nosso próprio benefício, realizando todas as coisas que constituem o termo tão em voga e tão mal aplicado: “cidadania”.
O chamado terceiro grau, a universidade, incluindo conhecimentos especializados, tem seu fundamento eficaz nos dois primeiros. Ou tudo acabará no que vemos: universitários que não sabem ler e compreender um texto simples, muito menos escrever de forma coerente. Universitários, portanto, incapazes de ter um pensamento independente e de aprender qualquer matéria, sem sequer saber se conduzir. Profissionais competindo por trabalhos, inseguros e atordoados, logo, frustrados.
Sou de família de professores universitários. Fui por dez anos titular de lingüística em uma faculdade particular. Meu desgosto pela profissão – que depois abandonei, embora gostasse do contato com os alunos – deveu-se em parte à minha dificuldade de me enquadrar (ah, as chatíssimas e inócuas reuniões de departamento, o caderno de chamada, o currículo, as notas...) e em parte ao desalento. Já nos anos 70 recebíamos na universidade jovens que mal conseguiam articular frases coerentes, muito menos escrevê-las. Jovens que não sabiam raciocinar nem argumentar, portanto incapazes de assimilar e discutir teorias. Não tinham cultura nem base alguma, e ainda assim faziam a faculdade, alguns com sacrifício, deixando-me culpada quando os tinha de reprovar.
Em tudo isso, estamos melancolicamente atrasados. Dizem que nossa economia floresce, mas a cultura, senhores, que inclui a educação (ou vice-versa, com queiram...), anda mirrada e murcha. Mais uma vez, corrigir isso pode ser muito simples. Basta vontade real. Infelizmente, isso depende dos políticos, depende dos governos. Depende de cada um de nós, que os escolhemos e sustentamos.

LUFT, Lya. A educação possível. Veja. Ano 40, nº 20, edição 2009. São Paulo: Abril, maio/2007, p. 22.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

"A educação é um processo social, é desenvolvimento. Não é a preparação para a vida, é a própria vida".

(John Dewey)

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Respeito, respeito e respeito!

"Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante".
(Albert Schweitzer)


Pesquisadas na Europa por dez anos, as brincadeiras vistas como inofensivas ganham o nome de Bullying e torna-se assunto educacional para poucos profissionais da área no Brasil. A palavra Bullying ainda desconhecida para a maioria dos educadores é conhecida por agressão escolar, tendo uma visão que não engloba as brincadeiras inofensivas no âmbito de agressividade realista causadora de tanta distorção de personalidade, somatória de uma gama problemática na sociedade. Bullying são os apelidos, o conjunto de comportamentos que discriminam, rotulam, agridem indivíduos iniciando na infância, na vida familiar e crescente na vida escolar, distorcendo a formação da personalidade fazendo com que vidas se percam e refletindo na sociedade tornando vidas inocentes em vítimas. Das inofensivas brincadeiras surgem suicidas, homicidas, viciados, bandidos e cidadãos sem convívio social recalcados por sentirem-se fora dos padrões que a sociedade exige, temos casos de crianças e adolescentes depressivos que suicidam, outros são meros números nas estatísticas de evasão escolar e os que vivem no isolamento, desatento, fugindo do convívio social. São muitas e até despercebidas as distorções causadas pelo Bullying. O processo educacional no Brasil necessita de uma política direcionada para atender os profissionais da educação ampliando o esclarecimento e o conhecimento no que tange o assunto para que possam iniciar um trabalho conjunto, seguindo as orientações de médicos e de psicólogos podendo como resultado minimizar o problema, erradicá-lo será difícil. No Reino Unido já existe trabalho direcionado às escolas. A solução segundo a medicina e a psicologia está no ensino da solidariedade, do respeito às diferenças humanas, raciais e sociais, trabalho que deverá estender às famílias formando um conjunto, para com a extensão do trabalho cheguem ao mesmo consenso. Com o olhar mais voltado para formação do cidadão dando a cada um o direito de ser gordo, narigudo, míope, estatura baixa ou alta etc. ocupar o lugar que lhe cabe com respeito e segurança; "buscando a paz tão pedida e devida à sociedade brasileira".



Mais sobre: Educação

Família e Escola unidas pela Educação

Maria Lúcia de Arruda no seu livro escreveu uma das principais verdades. "A educação é, portanto, fundamental para socialização do homem e sua humanização. Trata-se de um processo que dura a vida toda e não restringe à mera continuidade da tradição, pois supõe a possibilidade de rupturas, pelas quais a cultura se renova e o homem faz história.
A educação é ação de criar, alimentação, instrução, educação. Ação de desenvolver as faculdades psíquicas, intelectuais e morais.
Na sociologia da educação (surgida com Durkhlim), os comportamentos familiares e parentais desempnham um papel determinante na socialização da criança, mas não são os modelos de referências mais importantes na educação propriamente dita. O objetivo da sociedade é reproduzir através da educação, os modelos de referência no interior dos quais situam-se os indivíduos de uma nova geração. Assim, a escola tem um papel positivo quando é percebida favoravelmente e quando funciona normalmente na vivência cotidiana da criança. No caso inverso, ela cumpre um papel negativo no sentido de acentuar as disparidades sociais.
Na minha concepção para que haja a mudança social. As escolas precisam investir em um todo.
A base de uma criança é a família. É o local privilegiado para o desenvolvimento humano. A família esta em crise, suas obrigações vão ficando cada vez mais restritas.
A segunda família de uma criança é escola. Atualmente, os pais não conseguem prover os filhos de maneira satisfatória, nem exercem sua autoridade sobre eles. Não adianta criar métodos educacionais, se por um lado, a família desconhece o verdadeiro método para educar o seu filho.
A criança esta sendo criada à revelia do que aí existe.
A escola poderia investir na família, criando grupos de profissionais na área pedagoga, e na área da psicologia para ensinar e orientar. "COMO EDUCAR UMA CRIANÇA”
Tarefa difícil, mais precisamos tentar. Não podemos contar com os nossos políticos. Precisamos unir nossas forças e criar projetos dentro da sua própria escola. Conscientizando a família para colaborar com a escola e a Formação dos seus filhos.
Não adianta colocar o seu filho em uma escola particular, bem conceituada e dentro da sua casa a criança desconhece uma relação afetiva, ausente da moral, disciplina, solidariedade, valores importantes para a formação de uma criança. Esta criança com um temperamento forte, desconsiderar qualquer informação positiva de um professor.
Quando você matricula uma criança e cada possui: o temperamento, o grau de inteligência, a família totalmente diferente uma das outras. Por exemplo, uma criança problemática é agressiva e agredi outras crianças. A criança que é agredida passa ser também problemática. Isso significa que ambas serão ausentes psicologicamente nas atividades diárias de manutenção da existência.
A escola introduzindo a família, promovendo eventos para arrecadar dinheiro para melhoria da escola, liberando salas para cursos de artesanatos para estimular as mães. Esse contato vai gerar um grande desenvolvimento. A escola vai crescer, a família entra em um processo de desenvolvimento educacional, ajudará a supervisionar os seus filhos, dando-lhes perspectiva de vida. Crianças com famílias equilibradas são inteligentes e carinhosas.
Não investir na educação, significa negar a existência do movimento no mundo.
As coisas nascem e morrem, mudam de lugar. O maior conhecimento humano.
Quando as pessoas fertilizarem a verdadeira sabedoria humana. O mundo não haverá mais guerra, preconceito e etc.
Será uma luta, mas a partir desta luta nascerá a harmonia e uma sociedade melhor.



Fonte: http://pt.shvoong.com/tags/educa%C3%A7%C3%A3o/